O Fim Da Natureza! O mais assustador na nova natureza que o homem está construindo é sua imprevisibilidade, pois o aquecimento da Terra provocado pelo efeito estufa acaba com a regularidade do mundo natural; ainda, a origem do gás metano e mapa com as áreas ameaçadas pelo aumento do nível do mar. Sua imprevisibilidade pois o aquecimento da Terra provocado pelo efeito estufa acaba com a regularidade do mundo natural. Ao longo de uma vida ou de uma década ou de um ano, grandes mudanças, impessoais e dramáticas podem ocorrer ou ja mesmo estão ocorrendo, no caso do Japão com os terremotos e Tsunami. O tempo normal nos parece imune a tais enormes modificações.Mas o mundo não é tão grande quanto acreditamos o espaço pode ser tão breve como o tempo. Sem reconhecê-lo, já atravessamos uma dessas mudanças.Acredito que estamos no fim da natureza. Com isso não quero dizer o fim do mundo. A chuva continuará a cair e o Sol continuará a brilhar. Quando digo "natureza", refiro-me a um certo conjunto de idéias sobre o mundo e sobre o nosso lugar dentro dele. Mas a morte dessas idéias começa com mudanças concretas na realidade ao nosso redor, mudanças que os cientistas são capazes de medir.O hectare queimado de floresta tropical logo se converte em deserto ou pasto. E onde há pasto há gado. As vacas sustentam no estômago enorme quantidade de bactérias, que partem a celulose que elas mastigam. Os bichinhos que digerem a celulose excretam metano, o mesmo gás natural que usamos como combustível. E o metano não queimado, como o dióxido de carbono, aprisiona a radiação infravermelha e aquece a Terra.É cedo ainda para dizer exatamente quando mais forte o vento irá soprar, quando mais quente o Sol irá brilhar. Isso fica para o futuro. Mas os seus significados já mudaram. A idéia de natureza não sobreviverá à nova poluição global o dióxido de carbono, o metano e assemelhados. Privamos a natureza de sua independência e isso é fatal ao seu significado.Quando digo que acabamos com a natureza, não estou afirmando que os processos naturais tenham cessado mas que fizemos cessar aquilo que pelo menos nos tempos modernos definiu a natureza para nós: sua separação da sociedade humana. Um motivo pelo qual não prestamos especial atenção ao mundo natural, separado e ao nosso redor, é que ele sempre esteve ali e presumimos que sempre estará. À medida que desaparece, sua importância básica torna-se mais clara. Acima de tudo o mais, o mundo exibe uma ordem adorável, confortadora na sua complexidade. A nova natureza de nossa autoria pode não ser previsivelmente violenta. Ela não será previsivelmente nada e vamos precisar de muito tempo para estabelecermos nossa relação com ela, se é que o conseguiremos. Não estamos necessariamente condenados a sofrer, mas não podemos mais supor que não estejamos condenados.A ecologia profunda sugere que em vez de dar ordens melhores aprendamos a dar cada vez menos ordens de modo a mergulhar novamente no mundo natural. Se o nosso modo de vida está acabando com a natureza, não é radical falar em transformar nosso modo de vida. Como é óbvio, tal mudança será difícil. É também difícil voltar as costas à idéia do crescimento econômico, que nos foi vendida como resposta à pobreza que aflige a maior parte do planeta.Mas esta poderia ser a época em que as pessoas decidam pelo menos não ir adiante que têm percorrido quando fizermos não apenas os ajustes tecnológicos necessários para preservar o mundo do superaquecimento, mas também os ajustes mentais necessários para assegurar que nunca mais tornaremos a pôr nosso bem à frente de tudo o mais. Este é o caminho que escolhi, porque oferece um fiapo de esperança num mundo vivo, eterno e significativo cabe agora a você que leu fazer sua parte, comece plantando uma arvore e separando o lixo, assim peça esta esta pessoa o faça com outra, assim por diante, não deixe essa ideia morrer, o Galpão da Peonada apoia o mundo vivo. Um forte abraço Eduardo Schirmer Editor Jornal Galpão da Peonada Fontes: Revista Supe Interessante e Canal NatGeo
São muito econômicas, mas antes da compra é importante observar: Somente adquirir o produto com selo PROCEL, pois foram testadas e aprovadas pelo INMETRO. Sua durabilidade varia em torno de 10 a 15mil horas, enquanto os que ainda não passaram pelo teste têm, por vezes, duração de 800 a mil horas, muitas não atendem ao índice de luminosidade indicado, ou seja, tem sido lesivas ao consumidor. Fazer a escolha de acordo com o ambiente em que o produto será utilizado: A luz mais branca ou azulada estimula a produtividade e as lâmpadas desta tonalidade são indicadas para áreas de serviço, cozinha, escritórios, escolas, hospitais. As de tonalidade mais amareladas são mais aconchegantes e para maior conforto ambiental são recomendadas para quartos, corredores, banheiros, salas de estar e de jantar. As lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, são lâmpadas fluorescentes em tamanho reduzido, já com uma base do tipo rosca, igual as das incandescentes, permitindo assim a sua aplicação nos locais onde se utilizam lâmpadas incandescentes comuns. O que muita gente ainda não sabe, é que as lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares contêm mercúrio, substância tóxica nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Se rompidas liberam vapor de mercúrio, que será aspirado por quem as manuseia. Em virtude da ampla utilização pela população, que necessita diminuir as contas de eletricidade e da toxidade do material não basta pensar em uma coleta diferenciada, é importantíssimo enfocarmos os cuidados no manuseio e no descarte para não quebrá-la. Ao manuseá-las nunca segurar pelo vidro. Descarte - É recomendável que sejam descartadas em caixas de papelão ou protegidas com jornal, plástico bolha, entre outros, para evitar sua ruptura (como, aliás, deve ser para todo material perfurante e cortante ao ser descartado). No caso das lâmpadas, deverá ainda ser vedada para conter o vapor de mercúrio e proteger a saúde. Bem como para proteção do meio ambiente, pois o metal pesado - mercúrio, ao chegar à água subterrânea ou superficial, contamina-as. Serão contaminados também os peixes e tudo que lá se encontre e que poderá fazer parte da alimentação, sendo transmitido através da cadeia alimentar. Enquanto não se regulamenta a legislação, que criará normas para lâmpadas com mercúrio, é recomendável que a população não misture essas lâmpadas com o lixo doméstico, pois será rompida fatalmente, contaminando o meio ambiente e pondo em risco a saúde dos funcionários da limpeza - local ou pública - bem como a saúde dos catadores, que vivem nos aterros e lixões. Sugerimos entrarem em contato com as Companhias de Limpeza ou Secretarias do Meio Ambiente de seus Municípios a fim de informar-se sobre o procedimento que deverão adotar neste momento. O importante não é apenas economizar, mas nos preocuparmos com nossa saúde e do meio ambiente de modo geral.
O Fim Da Natureza!
ResponderExcluirO mais assustador na nova natureza que o homem está construindo é sua imprevisibilidade, pois o aquecimento da Terra provocado pelo efeito estufa acaba com a regularidade do mundo natural; ainda, a origem do gás metano e mapa com as áreas ameaçadas pelo aumento do nível do mar. Sua imprevisibilidade pois o aquecimento da Terra provocado pelo efeito estufa acaba com a regularidade do mundo natural.
Ao longo de uma vida ou de uma década ou de um ano, grandes mudanças, impessoais e dramáticas podem ocorrer ou ja mesmo estão ocorrendo, no caso do Japão com os terremotos e Tsunami. O tempo normal nos parece imune a tais enormes modificações.Mas o mundo não é tão grande quanto acreditamos o espaço pode ser tão breve como o tempo. Sem reconhecê-lo, já atravessamos uma dessas mudanças.Acredito que estamos no fim da natureza. Com isso não quero dizer o fim do mundo. A chuva continuará a cair e o Sol continuará a brilhar. Quando digo "natureza", refiro-me a um certo conjunto de idéias sobre o mundo e sobre o nosso lugar dentro dele. Mas a morte dessas idéias começa com mudanças concretas na realidade ao nosso redor, mudanças que os cientistas são capazes de medir.O hectare queimado de floresta tropical logo se converte em deserto ou pasto. E onde há pasto há gado. As vacas sustentam no estômago enorme quantidade de bactérias, que partem a celulose que elas mastigam. Os bichinhos que digerem a celulose excretam metano, o mesmo gás natural que usamos como combustível. E o metano não queimado, como o dióxido de carbono, aprisiona a radiação infravermelha e aquece a Terra.É cedo ainda para dizer exatamente quando mais forte o vento irá soprar, quando mais quente o Sol irá brilhar. Isso fica para o futuro. Mas os seus significados já mudaram. A idéia de natureza não sobreviverá à nova poluição global o dióxido de carbono, o metano e assemelhados. Privamos a natureza de sua independência e isso é fatal ao seu significado.Quando digo que acabamos com a natureza, não estou afirmando que os processos naturais tenham cessado mas que fizemos cessar aquilo que pelo menos nos tempos modernos definiu a natureza para nós: sua separação da sociedade humana. Um motivo pelo qual não prestamos especial atenção ao mundo natural, separado e ao nosso redor, é que ele sempre esteve ali e presumimos que sempre estará. À medida que desaparece, sua importância básica torna-se mais clara. Acima de tudo o mais, o mundo exibe uma ordem adorável, confortadora na sua complexidade. A nova natureza de nossa autoria pode não ser previsivelmente violenta. Ela não será previsivelmente nada e vamos precisar de muito tempo para estabelecermos nossa relação com ela, se é que o conseguiremos. Não estamos necessariamente condenados a sofrer, mas não podemos mais supor que não estejamos condenados.A ecologia profunda sugere que em vez de dar ordens melhores aprendamos a dar cada vez menos ordens de modo a mergulhar novamente no mundo natural. Se o nosso modo de vida está acabando com a natureza, não é radical falar em transformar nosso modo de vida. Como é óbvio, tal mudança será difícil. É também difícil voltar as costas à idéia do crescimento econômico, que nos foi vendida como resposta à pobreza que aflige a maior parte do planeta.Mas esta poderia ser a época em que as pessoas decidam pelo menos não ir adiante que têm percorrido quando fizermos não apenas os ajustes tecnológicos necessários para preservar o mundo do superaquecimento, mas também os ajustes mentais necessários para assegurar que nunca mais tornaremos a pôr nosso bem à frente de tudo o mais. Este é o caminho que escolhi, porque oferece um fiapo de esperança num mundo vivo, eterno e significativo cabe agora a você que leu fazer sua parte, comece plantando uma arvore e separando o lixo, assim peça esta esta pessoa o faça com outra, assim por diante, não deixe essa ideia morrer, o Galpão da Peonada apoia o mundo vivo.
Um forte abraço
Eduardo Schirmer
Editor Jornal Galpão da Peonada
Fontes: Revista Supe Interessante e Canal NatGeo
LÂMPADAS FLUORESCENTES CONTÊM VAPOR DE MERCÚRIO
ResponderExcluirSão muito econômicas, mas antes da compra é importante observar: Somente adquirir o produto com selo PROCEL, pois foram testadas e aprovadas pelo INMETRO. Sua durabilidade varia em torno de 10 a 15mil horas, enquanto os que ainda não passaram pelo teste têm, por vezes, duração de 800 a mil horas, muitas não atendem ao índice de luminosidade indicado, ou seja, tem sido lesivas ao consumidor. Fazer a escolha de acordo com o ambiente em que o produto será utilizado: A luz mais branca ou azulada estimula a produtividade e as lâmpadas desta tonalidade são indicadas para áreas de serviço, cozinha, escritórios, escolas, hospitais. As de tonalidade mais amareladas são mais aconchegantes e para maior conforto ambiental são recomendadas para quartos, corredores, banheiros, salas de estar e de jantar. As lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, são lâmpadas fluorescentes em tamanho reduzido, já com uma base do tipo rosca, igual as das incandescentes, permitindo assim a sua aplicação nos locais onde se utilizam lâmpadas incandescentes comuns.
O que muita gente ainda não sabe, é que as lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares contêm mercúrio, substância tóxica nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Se rompidas liberam vapor de mercúrio, que será aspirado por quem as manuseia.
Em virtude da ampla utilização pela população, que necessita diminuir as contas de eletricidade e da toxidade do material não basta pensar em uma coleta diferenciada, é importantíssimo enfocarmos os cuidados no manuseio e no descarte para não quebrá-la. Ao manuseá-las nunca segurar pelo vidro. Descarte - É recomendável que sejam descartadas em caixas de papelão ou protegidas com jornal, plástico bolha, entre outros, para evitar sua ruptura (como, aliás, deve ser para todo material perfurante e cortante ao ser descartado). No caso das lâmpadas, deverá ainda ser vedada para conter o vapor de mercúrio e proteger a saúde. Bem como para proteção do meio ambiente, pois o metal pesado - mercúrio, ao chegar à água subterrânea ou superficial, contamina-as. Serão contaminados também os peixes e tudo que lá se encontre e que poderá fazer parte da alimentação, sendo transmitido através da cadeia alimentar.
Enquanto não se regulamenta a legislação, que criará normas para lâmpadas com mercúrio, é recomendável que a população não misture essas lâmpadas com o lixo doméstico, pois será rompida fatalmente, contaminando o meio ambiente e pondo em risco a saúde dos funcionários da limpeza - local ou pública - bem como a saúde dos catadores, que vivem nos aterros e lixões. Sugerimos entrarem em contato com as Companhias de Limpeza ou Secretarias do Meio Ambiente de seus Municípios a fim de informar-se sobre o procedimento que deverão adotar neste momento.
O importante não é apenas economizar, mas nos preocuparmos com nossa saúde e do meio ambiente de modo geral.
Natali I. Ávila
1ª Prenda Mirim-CTG Farroupilhas
Fontes: Tereza Cristina Bernardes Educadora Ambiental/ www.lixo.com.br